Ela ri, ela chora e ela vive. Quase nunca notada; sempre notando. Melhor assim, o seu lugar ao sol está guardado.
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Abra os olhos.
Quando eu acho que avancei um mísero passo, você aparece, me olha com esses seus olhos perfeitos e eu sei que vacilei. É como tentar se equilibrar no salto alto pela primeira vez; é como resistir ao seu doce preferido.
Eu estava quase me convencendo que você era inalcançavel, mas de repente você joga a próxima carta, e eu crio esperanças. E se eu me desiludir de novo, não vou nem poder ter o luxo de te culpar, porque você não sabia de nada.
Seria diferente se eu te dissesse tudo o que eu sinto? Se eu colocasse pra fora o que fica guardado nas profundezas do meu coração? O que mudaria? Qual seria a sua reação? Minhas mãos tremeriam menos? Eu conseguiria falar seu nome sem ficar com as bochechas vermelhas e falar de você sem gaguejar?
Eu aposto que não. Só que eu ainda acredito nos contos de fadas que a minha mãe me contava, então eu vou continuar acreditando e torcendo pra que você consiga enxergar aquilo que eu não consigo te dizer.
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